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terça-feira, 17 de junho de 2014

Biofábrica da Embrapa reproduz seda de aranha usando bactérias

Pesquisadores da Embrapa desenvolveram uma forma de produzir fibras com as mesmas características das teias de aranha, mas sem precisar construir "granjas de aranhas".
A técnica de fabricação da seda biossintética permite a produção do material em escala industrial, sem retirar as aranhas da fauna.
Leia mais: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=biofabrica-embrapa-produz-seda-aranha&id=010160140423#.U6D4FvldUWI

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Alternativa para a Produção de Biocombustíveis

Um dos fatores que mais animam os estudiosos é o fato de a capacidade das microalgas crescerem e produzirem biomassa rapidamente ser assombroso: “Um ponto que é muito importante para o futuro dessas pesquisas é o fato de que as microalgas não competem com a agricultura de alimentos e são muito mais sustentáveis do ponto de vista ambiental”, explicou Gelma Reis.

Leia mais em: http://www.projetopleiades.com.br/alternativa-producao-biocombustiveis/

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Cientistas criam método mais rápido para produção de antibióticos

Biólogos da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, descobriram um jeito mais rápido de desenvolver antibióticos — uma arma importante no combate às bactérias resistentes. O trabalho resultou em uma tecnologia chamada BCP (Bacterial Cytological Profiling, algo como Perfil Citológico Bacteriano em português). Com o novo método, os pesquisadores conseguiram descobrir quais moléculas podem dar origem a um novo antibiótico mais eficaz do que os já existentes. Atualmente, esse processo de identificação de uma molécula pode levar meses — a nova técnica demora apenas duas horas.




domingo, 15 de setembro de 2013

Crescimento de algas alimenta edifício

      Um novo prédio em Hamburgo, na Alemanha, parece com uma estrutura moderna e tem uma das mais recentes tecnologias de construção sustentável -uma fazenda de algas vertical.
    Sobre as laterais do edifício, estão montados 129 biorreatores, painéis de vidro plano sobre persianas externas que servem como ambiente para o crescimento das algas.

leia mais em: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2013/06/1296444-energia-a-base-de-plantas-ainda-e-opcao-custosa.shtml

sábado, 24 de agosto de 2013

DNA metálico: código genético molda síntese de nanopartículas

O DNA contém o código genético para todos os tipos de moléculas biológicas.
Agora, pesquisadores descobriram que o código contido nas moléculas de DNA também pode controlar a forma final de nanoestruturas inteiramente metálicas.


domingo, 18 de agosto de 2013

Aliadas contra o arsênio



Cianobactérias encontradas em lagos podem ser poderosas armas para remover elemento tóxico à saúde humana de ambientes aquáticos. Experimentos revelam potencial de atuação de duas espécies em amostras contaminadas.
Capazes de absorver arsênio em ambiente aquático, duas espécies de cianobactérias podem se tornar aliadas do homem e ajudar a limpar rios e lagos contaminados com a substância tóxica.








leia mais em: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/06/aliadas-contra-o-arsenio/view

domingo, 4 de agosto de 2013

Um novo e revolucionário método de reparação do concreto

Um grupo de estudantes da Universidade de Newcastle, Inglaterra, tendo em vista uma competição científica que ocorreria nos Estados Unidos, desenvolveu uma bactéria que preenche rachaduras em estruturas de concreto de forma mais eficiente que as atualmente utilizadas, pois, agindo de dentro para fora, preenche todos os espaços vazios da fissura, além de suas vantagens ao meio ambiente.

A bactéria, apelidada de “BacillaFilla”, é proveniente de uma outra denominada “Bacillus Subtilis”, essa que é facilmente encontrada no solo e é utilizada para validar a ação em estufas de esterilização para gás óxido de etileno. Ao ser lançada na fissura, ela desloca-se até o fundo, sendo esse percebido por conta da aglomeração das células, uma vez que não conseguem mais se mover. O processo de preenchimento começa com uma subdivisão desses organismos em três tarefas. Uma parte desses criará cristais de carbonato de cálcio, e as outras duas produzirão células filamentosas e uma cola bacteriana, que ao se combinarem formarão uma pasta que coagulará e endurecerá até preencher todo o vão.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Bactéria 'Ralstonia eutropha' geneticamente modificada produz combustível




Investigadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) manipularam os genes da bactéria Ralstonia eutrophapara obterem combustível, mais concretamente um tipo de álcool chamado isobutanol que pode substituir a gasolina ou misturar-se com ela. Segundo Christopher Brigham, o autor principal da investigação agora publicada na Applied Microbiology and Biotechnology, a Ralstonia eutropha, quando deixa de crescer, utiliza toda a sua energia na fabricação de compostos complexos de carbono.


Quando a sua fonte de nutrientes essenciais – nitrato ou fosfato – acaba a bactéria detecta que os seus recursos são limitados e entra em modo de armazenamento de carbono para utilização posterior. Armazena todo o carbono disponível em forma de um polímero, semelhante, nas suas propriedades, a plásticos derivados do petróleo.
Com a anulação de alguns genes e a inserção de um gene de outro organismo, a equipa de cientistas foi capaz de redirigir a capacidade natural da bactéria produzir combustível em vez de plástico.A equipa focou-se em conseguir que a bactéria utilizasse o CO2 como fonte de carbono. Com ligeiras modificações na bactéria, foi possível converter quase qualquer fonte de carbono, incluindo os desperdícios agrícolas ou dejectos, em combustível útil.
Em cultivo contínuo, será poderá obter-se quantidades importantes de isobutanol. Agora, os investigadores têm como objectivo a optimização do sistema para aumentar a velocidade de produção. Querem também conceber biorreactores para intensificar o processo até chegarem a níveis industriais.

Acesse o artigo: 

domingo, 19 de junho de 2011

Enzima Reduz Custo e Impacto Ambiental na Produção de Celulose

 



 Uma enzima capaz de trazer benefícios econômicos e ambientais no branqueamento da celulose para produção de papel acaba de ser criada por uma parceria entre o Departamento de Química da USP, em Ribeirão Preto (SP) e a empresa Verdartis Desenvolvimento Biotecnológico. O ganho ambiental da pesquisa, realizada no laboratório do professor Richard Ward, acontece principalmente pela redução do volume de água no processamento da madeira para a obtenção da celulose e da quantidade do agente químico de branqueamento.

Branqueamento da celulose
A partir do isolamento de uma enzima extraída de um microorganismo que apresentou potencial de aplicação no branqueamento de celulose, os pesquisadores conseguiram produzir uma enzima para atuar em processos de produção de celulose acima de 90ºC. "A enzima conseguiu facilitar a entrada do dióxido de cloro e da água no emaranhado de fibras, o que levou a uma redução de 25% na utilização desse produto químico", afirma Lourenzoni. Entretanto, diz, as enzimas comerciais hoje existentes fazem esse corte em muitas partes, deixando uma grande quantidade de resíduos de fibras que são liberados na água utilizada no processo e que vai para os afluentes. "Além da redução na utilização do dióxido de cloro, outra vantagem da enzima produzida e melhorada pelo grupo é que ela não solta resíduos na água, tornando-a mais eficiente tanto economicamente como ambientalmente. É o único produto que deverá estar no mercado com esse potencial", comemora. No processo de branqueamento da celulose, todo resíduo de dióxido de cloro e de outros químicos necessitam de um tratamento muito eficiente para que não chegue ao meio ambiente. O grupo também pesquisa um grupo de enzimas que deverá reduzir a energia elétrica utilizada na produção do papel. "A massa que forma o papel precisa ser solubilizada, ou seja, se soltar. Para isso, usa grande quantidade de água e refinadores elétricos. Quando colocamos esse novo grupo de enzimas, elas facilitam a soltura e reduz em até 30% a energia gasta no processo".


Com informações da Agência USP- 02/05/2011
site: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=impacto-ambiental-producao-celulose&id=010125110502